31/03/2013

História sobre a vida de Abrão








História sobre a vida de Abrão
Porque haverá grande angustia na terra, e ira sobre este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. — Jesus, em Lucas.

   
Abraão saiu de Ur dos Caldeus a fim de herdar uma terra.
  
Abraão nasceu perto ou mesmo na cidade de Ur no sul da Mesopotâmia. O pai de Abraão, Tera tinha 2 outros filhos, Nacor e Haran o pai de Ló (Gn 11:27). O relato de Gênesis não menciona Deus aparecer a Abraão antes da partida de Ur, mas At 7:2-4 claramente aplica a ordem de Gn 12:1-3 à altura em que a família ainda vivia em Ur.

A vida de Abraão pode ser subdividida em quatro períodos principais:

(1) Sua vida antes da sua jornada até Canaã, à idade de 75 anos.
(2) Desde o inicio da sua residência em Canaã até o nascimento do seu filho Isaque, um período de 25 anos.
(3) A sua vida desde o nascimento de Isaque até a morte de Sara e o casamento de Isaque com Rebeca, cerca de 40 anos.
(4) Os seus últimos dias, velhice e morte, cerca de 35 anos.

 Apesar das fragilidades que são comuns aos homens, Abraão perseverou no seu propósito de uma vida de seguir onde quer que Deus o guiasse, quer fosse no longo caminho de Ur para Canaã ou para o Monte Moriá para oferecer o seu único filho, o filho da promessa, em sacrifício. Através das provas da sua vida, a sua fé foi aperfeiçoada, tanto assim que ele se tornou "o amigo de Deus" (Tg 2:23).

A alta estima que os seus descendentes lhe tinham eventualmente degenerou quase ao ponto em que eles o adoravam acima de Deus. Mas o brilho da sua fé e longa vida de devoção à vontade de Deus perdura através das gerações.

Sobre Abrão




PATRIARCA Filho de Taré, neto de Nacor, bisneto de Sarug, trineto de Reu, tetraneto de Faleg e descendente de Arfaxad, de Sem e de Noé. Provavelmente nasceu por volta de 1.899 a.C (contemporâneo de Hamurabi) na cidade de Ur (nas proximidades de Babel), na Caldéia (no atual Iraque). Filho de um fiel e crente servidor do Senhor, Abrão foi o escolhido por Javé (após o episódio da Torre de Babel) para dar origem ao chamado “povo eleito”, o qual deveria observar os ensinamentos e manter-se na reta conduta de Deus. Como seus conterrâneos eram idólatras pagãos, Javé ordenou-lhe que abandonasse sua terra natal para que assim pudesse evitar a contaminação em sua fé e acompanhado por seu pai, por Sara (sua sobrinha e esposa) e por Ló (seu sobrinho), Abrão, aos 75 anos, emigrou para Harã, na Mesopotâmia, depois seguiu para Siquém e depois para o Egito, donde voltou para fixar-se nas proximidades de Betel, no país de Canaã, sempre conservando a fidelidade em Javé. Quando tinha 99 anos, Javé anunciou-lhe que Sara (que até então fora estéril) daria à luz um menino que herdaria a sua missão e efetivamente nasceu-lhe Isaac. Além dele, Abrão também foi o pai de Ismael, gerado com Agar (a serva de Sara, conforme os costumes da época), que foi o ancestral dos árabes, enquanto que Isaac foi o ancestral da linhagem que no futuro teria em Jesus – o Messias - o seu ápice. Abrão viveu até os 175 anos e desfrutou de uma velhice serena e feliz. Abrão, em hebraico, significa: Ab=pai Raham= “hamon”, isto é: “multidão”.

Leia mais em: Bíblia Comentada por Versículo - Personagens Bíblicos 

19/03/2013

Amor e Perdão, a Cura para o Ressentimento

 Amor e Perdão, a Cura para o Ressentimento 



Na antiguidade, alguns médicos já relacionavam sentimentos com doenças. Cláudio Galeno (129 d.C.) afirmou: “Nos recônditos da alma estão a causa da grande maioria das enfermidades”.

William Shakespeare (1564-1616) disse: "Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”. 

Pessoas ressentidas adoecem com mais facilidade.

Charles Swindoll, diz “o ressentimento é como uma corrente que nos aprisiona a um fato ou a uma pessoa”. E o pior é que nós mesmos nos aprisionamos. Nós é que sofremos e perdemos a alegria dos relacionamentos e da vida. As pessoas podem até ser atingidas por nosso ressentimento, mas o maior afetado é aquele que se ressente.

O ressentimento pode ser curado pelo amor e pelo perdão. Onde o amor reina, não existe ressentimento, pois o amor não guarda ressentimento. Em 1 Coríntios 13:5, lemos claramente:“o amor não se ressente do mal.” O verbo ressentir (gr. logizomai), significa ‘contar, registrar, ou pesar duas vezes.”

A mesma palavra é usada em 2 Coríntios 5:19; “...a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação”. (Rm.4:8; 2 Tm.4:16).

Infelizmente, algumas pessoas contam dezenas, centenas ou milhares de vezes uma tristeza ou decepção e, em função disso, não conseguem se libertar desse sentimento.


Jesus disse que devemos amar o próximo e até os inimigos (Mateus 5.44; 22.39). Ele orou na cruz:“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lucas 23.34), Essa foi a maior demonstração de como podemos curar os ressentimentos e reconstruir os relacionamentos abalados.

Certamente você já foi ofendido por alguém e tem dificuldades de perdoar. Perdoe, ame aquele que te decepcionou, ame aquele que te feriu!

Amando e perdoando conseguiremos nos livrar dos ressentimentos e seremos crentes saudáveis. Hebreus nos adverte: “...nem haja (em vós) alguma raiz de amargura (ressentimento) que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados”. 

Hebreus 12:15. Antes, “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”.

Perdoar, não é uma questão de sentimento, mas de obediência.

Autor: Pr. Márcio Rodrigues de Almeida

Por Lidiomar

Graça e Paz

08/03/2013